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	<title>Fan &#187; RP 2.0</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Prometo ser fiel a você</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 20:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[PR Conceitual]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>

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Enquanto discussões sobre a ética do uso do twitter pela imprensa continuam a fazer barulho, o jornal O Globo anunciou nesta semana a criação da seção “No site e no celular”. O veículo, que já tem uma ótima presença no twitter via perfis de colaboradores e editorias, agora fará o caminho inverso da informação: dará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox[2010-2-3-17-56-10]" href="http://lh6.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S7O26dt9vjI/AAAAAAAAAgY/ktbbAacF69k/oglobo.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img  alignnone" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh6.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S7O26dt9vjI/AAAAAAAAAgY/ktbbAacF69k/s144-c/oglobo.jpg" alt="oglobo.jpg" width="144" height="144" /></a></p>
<p>Enquanto discussões sobre a ética do uso do twitter pela imprensa continuam a fazer barulho, o jornal <a href="http://www.oglobo.com.br">O Globo </a>anunciou nesta semana a criação da seção “No site e no celular”. O veículo, que já tem uma ótima presença no twitter via perfis de colaboradores e editorias, agora fará o caminho inverso da informação: dará aos leitores a oportunidade de ter sua manifestação via twitter publicada no jornal &#8211; o que podemos chamar, digamos, de “carta ao leitor 2.0”! Achei justo: eu retwito algo do jornal, enquanto ele credita um comentário interessante que compartilhei. Além de ser, obviamente, uma excelente estratégia de divulgação de suas contas do microblog.</p>
<p>O interessante é que, enquanto o jornal carioca entende a importância da integração de seu conteúdo com as redes sociais, outra empresa das Organizações Globo foi alvo de debate por caminhar para o lado oposto. No ano passado, a TV Globo proibiu seus atores de twittar e postar no Facebook e Orkut qualquer coisa que pertencesse à emissora para “proteger conteúdos da exploração indevida por terceiros, assim como preservar seus princípios e valores”. Mas a Globo não está só: alguns veículos, inclusive impressos, lançaram “manuais de uso do twitter”, cujo requisito mais importante é a proibição de twits que os “furem”.</p>
<p>Nos dois casos, estamos lidando com pessoas influentes e formadoras de opinião – artistas e jornalistas. Tal atitude coloca fim ao potencial de boca a boca que ambos os veículos de comunicação poderiam ter, impedindo que milhares de seguidores de ambos comentem e espalhem informações. O que O Globo está fazendo é exatamente o contrário: começando por este post, que será twitado e seguirá adiante, divulgando as contas do microblog do jornal para quem não conhece e reforçando seu posicionamento antenado.</p>
<p>Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, defende que as pessoas não saem mais em busca de informações, elas surgem de diversas formas, seja via twitter, e-mail, RSS, e até mesmo por meio de conversas informais. “Se acontece alguma coisa importante no mundo, eu vou ficar sabendo antes de aparecer nos jornais, porque as pessoas que eu acompanho no twitter se preocupam com essas coisas”. Que bom que o jornal O Globo entende que a comunicação hoje vai além da promessa da exclusividade, garantindo assim vida longa no mercado editorial tomado por incertezas.</p>
<p>Bjs, <a href="http://twitter.com/bellepaula">Belle de Paula</a></p>
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		<title>Design + PR</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 21:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Built]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com a imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quem vê os produtos da Built NY (representada no Brasil pela Asys) certamente dirá que é a maior “baba” (i.e. moleza) divulgá-los. Afinal, são produtos com um apelo visual incrível, lindos, práticos e modernos. Há pouquíssimo tempo no Brasil, já se tornaram objeto de desejo de muitas pessoas – jornalistas, inclusive. Isso com certeza abre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox[2009-11-5-19-32-15]" href="http://lh4.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/SyK4KqaDXDI/AAAAAAAAAZ4/LQdzsHbXYek/Built.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img  alignnone" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh4.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/SyK4KqaDXDI/AAAAAAAAAZ4/LQdzsHbXYek/s144-c/Built.jpg" alt="Built.jpg" width="262" height="262" /></a></p>
<p>Quem vê os produtos da<a href="http://www.builtny.com"><strong> Built NY </strong></a>(representada no Brasil pela Asys) certamente dirá que é a maior “baba” (i.e. moleza) divulgá-los. Afinal, são produtos com um apelo visual incrível, lindos, práticos e modernos. Há pouquíssimo tempo no Brasil, já se tornaram objeto de desejo de muitas pessoas – jornalistas, inclusive. Isso com certeza abre portas, ou melhor, páginas. Vindo diretamente dos EUA, o produto foi concebido com dois pilares: design e PR. A marca não faz propaganda, mas vale-se do produto em si, que tem um potencial grande de boca-a-boca e mídia espontânea, para chegar às mãos dos consumidores. Mas só isto não basta.</p>
<p>Hoje, vivemos uma concorrência grande para ser ouvidos. Há alguns dias, um jornalista da revista Época twittou que buscava produtos para o especial de Natal da revista. Alguns minutos depois, também no Twitter, divulgou o resultado da iniciativa: dezenas de sugestões em meia hora. Já na semana passada, uma das produtoras do jornal O Globo mandou uma mensagem agradecendo os mais de mil e-mails (!!) recebidos com sugestões, também para o especial de Natal. Uma conta rápida: se em cada um dos e-mails havia 3 sugestões, eles receberam por volta de 3 mil sugestões em questão de minutos. Ou seja, a competição para a divulgação de produtos é acirradíssima, especialmente para os especiais, como Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados etc.</p>
<p>Então como fazer com que um produto se destaque? As verdadeiras armas são: mailing, relacionamento e timing.</p>
<p>Saber com quem falar é fundamental. Momento seguinte, construir e manter um bom relacionamento com estes produtores e responsáveis pelas seções de consumo dos veículos. Isso gera uma grande economia de tempo e energia e aumenta a assertividade. No entanto, mesmo sendo a melhor amiga da produtora, seu produto não será publicado se você chegar atrasada, por isso o timing: saber e respeitar as datas de fechamento é obrigatório.</p>
<p>Aí vem a criatividade. Aproveitar as sazonalidades potencializa os resultados neste caso. Por exemplo, com os produtos da Built NY, trabalhamos recentemente uma pauta para o Verão, já que eles são feitos com o neoprene (mesmo material usado nas roupas de surfistas). As publicações gostaram e tivemos boas inserções, como Veja Rio e Veja São Paulo. Criar ações específicas para atingir outros públicos, como celebridades de tevê, blogueiros, jornalistas etc, multiplicam as possibilidades. Conclusão: produto bom + PR = resultados positivos ($).</p>
<p><a rel="lightbox[2009-11-5-19-33-44]" href="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/SyK3xXFzUzI/AAAAAAAAAZw/NPrnGdm_YAE/Asys_VejaSP_111109_I.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img aligncenter" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/SyK3xXFzUzI/AAAAAAAAAZw/NPrnGdm_YAE/s144-c/Asys_VejaSP_111109_I.jpg" alt="Asys_VejaSP_111109_I.jpg" width="257" height="257" /></a></p>
<p>bjs,</p>
<p>Aline (<span id=":1gc" dir="ltr">@li_forster)</span></p>
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		<title>PR 2.0: qual a novidade?</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/11/06/pr-2-0-qual-a-novidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>

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Recentemente, um debate polêmico sobre a substituição das mídias convencionais pelos meios digitais envolveu executivos do O Estado de SP, CBN e Época. A frase mais brilhante que ouvi durante a discussão foi do jornalista e consultor de novas mídias, Caio Tulio Costa: “Há 500 anos a indústria não via uma mudança dessas. O fluxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="pie-img" src="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/SvRQlelJxUI/AAAAAAAAAVs/Hc_k3WwsWyc/post_fan.jpg?imgmax=400" alt="post_fan.jpg" width="400" height="259" /></p>
<p>Recentemente, um debate polêmico sobre a substituição das mídias convencionais pelos meios digitais envolveu executivos do O Estado de SP, CBN e Época. A frase mais brilhante que ouvi durante a discussão foi do jornalista e consultor de novas mídias, Caio Tulio Costa: “Há 500 anos a indústria não via uma mudança dessas. O fluxo que vinha unilateralmente, hoje é multilateral. Isso é sensacional”. Outra defesa em prol dos novos tempos da comunicação veio do blog americano Social Media Today, que defendeu que as agências de relacionamento com a imprensa precisam se apropriar das ferramentas de mídia social para acompanhar as mudanças.</p>
<p><strong>Os dois casos citados acima revelam que sim, estamos vivendo a era do PR 2.0! Mas onde está a novidade?</strong></p>
<p>Enquanto muitas agências decidiram integrar suas ofertas de serviços, a Fan acredita há 6 anos que os press releases enviados para a imprensa, assim como artigos tradicionais elaborados por executivos para publicação de veículos de massa ganham muito mais força se complementados com ações em blogs, twitter etc. Desde 2003, a Fan, fundada junto com a Espalhe, trabalha com a integração de mídia, proporcionando aos clientes excelentes resultados de boca-a-boca, seja por meio de redes sociais, imprensa ou qualquer outra ferramenta que muitas agências resolveram classificar somente hoje como PR 2.0.</p>
<p>Ações recentes comprovam, porém, que é preciso experiência para trabalhar tal diferencial. É muito mais do que convidar blogueiros para eventos e garantir posts bacanas. Vai muito além da simples criação de comunidades no Orkut.</p>
<p><a href="http://www.fan.inf.br/clientes/ale/"><strong>Ale</strong></a></p>
<p>Desde 2008, a Ale investe em marketing de guerrilha em seu mix de comunicação. Com o objetivo de reforçar seus atributos de ser uma marca jovem e inovadora, ela aposta nestas ferramentas para se posicionar de forma diferente no mercado de distribuição de combustíveis. A primeira ação feita para Ale foi o maior boneco de posto de gasolina do mundo, em Natal, sede da empresa. Houve repercussão na imprensa local, inclusive televisão, e nas redes sociais, como Orkut e Twitter. Na sequência, foi criada a ação Livro para Voar, no qual a Ale  cedeu 6 mil livros em seus postos para que as pessoas pegassem – sem a obrigação de trocar. Os postos se tornaram facilitador para acesso ao livro. A imprensa e a blogosfera abraçaram a idéia. Programas como Urbano, do Multishow, e Antena Paulista, da Globo, fizeram grandes reportagens. De maio a agosto, fizemos a ação Bombar no Posto Ale com a banda Fresno que fez pop-ups shows nos postos de quatro capitais. Comunidades do Orkut, twitters, posts em centenas de blogs e repercussão na imprensa nacional foram resultados impressionantes. Mais de 2 milhões de reais em mídia espontânea.</p>
<p><a href="http://www.fan.inf.br/clientes/trident/"><strong>Cadbury – 7 Splashs</strong></a></p>
<p>Para lançar o Trident Splash, foi elaborado um planejamento multimídia envolvendo um minidocumentário 2.0, redes sociais e imprensa. A ação trabalhou o conceito tripstreaming de sete países via <a href="http://www.7splashs.com.br/">blog</a>, <a href="http://twitter.com/7splashs">twitter</a>, Flickr e Youtube. O golaço de PR começou na cobertura da seleção do sunga boy, passando pelos radicais splashs vividos pelo personagem, que percorreu seu trajeto com apenas uma sunga vermelha.</p>
<p>A grande defesa das agências de PR sempre se concentrou na relevância e credibilidade de uma terceira pessoa (no caso, o jornalista) falando sobre o produto ou serviço. Mas, agora, elas perceberam que isso é pouco &#8211; mesmo sendo um pouco tarde. Enquanto isso, a Fan colhe cada vez mais frutos por defender que o potencial está em um grupo de terceiros falando de você &#8211; se sua imagem for bem trabalhada nas redes, é claro.</p>
<p>Bjs,</p>
<p><a href="http://twitter.com/bellepaula">Belle de Paula</a>.</p>
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		<title>RP da Clarinha &#8211; uma causa social</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/07/20/rp-da-clarinha-uma-causa-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PR Conceitual]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com a imprensa]]></category>

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Volta e meia somos abordados pela internet e até na rua por alguém que está promovendo um movimento a favor de uma criança doente. Alguns participam, mas acredito que muitos incrédulos &#8211; como eu &#8211; desconfiam de se tratar de um golpe. Pois bem, tenho aqui um exemplo muito bem-sucedido de um pai e uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/07/ln.jpg" alt="ln" title="ln" width="128" height="128" class="aligncenter size-full wp-image-518" /></p>
<p>Volta e meia somos abordados pela internet e até na rua por alguém que está promovendo um movimento a favor de uma criança doente. Alguns participam, mas acredito que muitos incrédulos &#8211; como eu &#8211; desconfiam de se tratar de um golpe. Pois bem, tenho aqui um exemplo muito bem-sucedido de um pai e uma mãe que, por sua filhinha, fizeram um RP perfeito, incluindo as redes sociais e blogs.</p>
<p>Clarinha, que fará dois anos em setembro, teve paralisia cerebral, devido às dificuldades de seu nascimento,  e estava com seu desenvolvimento limitado de acordo com o diagnóstico médico. Com o objetivo de ajudá-la no que fosse preciso, seus pais descobriram que, na China, havia um tratamento de célula tronco, ainda em desenvolvimento e teste, que poderia ajudar a bebê. Pois bem, montaram um site<a href="http://www.umrealporumsonho.com.br/" target="_self"> Um Real por um sonho</a> &#8211; uma url fácil de lembrar &#8211; para levantar recursos (40 mil dólares) para o tratamento experimental de Clarinha.</p>
<p>Ao longo de todo o processo, eles mantiveram o blog atualizado com cada passo, com cada conquista, com cada dificuldade. Foi um fato essencial para passar credibilidade. Eles fizeram direitinho para que as pessoas doassem sem terem medo de cair em um cilada. Agora, com a volta da Clarinha para Recife, onde mora, o pai e a mãe convocaram a imprensa para mais uma vez prestar contas aos milhares de doadores que ajudaram a menina a dar um passo rumo a seu desenvolvimento.</p>
<p>Eu fui impactada aqui em São Paulo ao assistir uma reportagem da Record. Também saíram matérias no Jornal do Commercio, SBT e até na inglesa BBC. Clarinha tem uma comunidade no <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=50101940" target="_self">Orkut</a>.</p>
<p>Eles seguiram direitinho o manual de RP e tornaram-se um case bem sucedido. Além de conseguirem divulgar a sua própria causa, eles ainda promoveram o que é a paralisia cerebral, ainda o hospital chinês que faz o experimento com a célula tronco e a própria ciência da célula tronco. Eles indicam <a href="http://www.umrealporumsonho.com.br/othercases.php">casos</a> de pessoas que melhoram com a célula tronco. Genial.</p>
<p>bjs,</p>
<p>Roberta</p>
<p>http://www.umrealporumsonho.com.br/</p>
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