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	<title>Fan &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Prometo ser fiel a você</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 20:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>

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Enquanto discussões sobre a ética do uso do twitter pela imprensa continuam a fazer barulho, o jornal O Globo anunciou nesta semana a criação da seção “No site e no celular”. O veículo, que já tem uma ótima presença no twitter via perfis de colaboradores e editorias, agora fará o caminho inverso da informação: dará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox[2010-2-3-17-56-10]" href="http://lh6.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S7O26dt9vjI/AAAAAAAAAgY/ktbbAacF69k/oglobo.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img  alignnone" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh6.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S7O26dt9vjI/AAAAAAAAAgY/ktbbAacF69k/s144-c/oglobo.jpg" alt="oglobo.jpg" width="144" height="144" /></a></p>
<p>Enquanto discussões sobre a ética do uso do twitter pela imprensa continuam a fazer barulho, o jornal <a href="http://www.oglobo.com.br">O Globo </a>anunciou nesta semana a criação da seção “No site e no celular”. O veículo, que já tem uma ótima presença no twitter via perfis de colaboradores e editorias, agora fará o caminho inverso da informação: dará aos leitores a oportunidade de ter sua manifestação via twitter publicada no jornal &#8211; o que podemos chamar, digamos, de “carta ao leitor 2.0”! Achei justo: eu retwito algo do jornal, enquanto ele credita um comentário interessante que compartilhei. Além de ser, obviamente, uma excelente estratégia de divulgação de suas contas do microblog.</p>
<p>O interessante é que, enquanto o jornal carioca entende a importância da integração de seu conteúdo com as redes sociais, outra empresa das Organizações Globo foi alvo de debate por caminhar para o lado oposto. No ano passado, a TV Globo proibiu seus atores de twittar e postar no Facebook e Orkut qualquer coisa que pertencesse à emissora para “proteger conteúdos da exploração indevida por terceiros, assim como preservar seus princípios e valores”. Mas a Globo não está só: alguns veículos, inclusive impressos, lançaram “manuais de uso do twitter”, cujo requisito mais importante é a proibição de twits que os “furem”.</p>
<p>Nos dois casos, estamos lidando com pessoas influentes e formadoras de opinião – artistas e jornalistas. Tal atitude coloca fim ao potencial de boca a boca que ambos os veículos de comunicação poderiam ter, impedindo que milhares de seguidores de ambos comentem e espalhem informações. O que O Globo está fazendo é exatamente o contrário: começando por este post, que será twitado e seguirá adiante, divulgando as contas do microblog do jornal para quem não conhece e reforçando seu posicionamento antenado.</p>
<p>Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, defende que as pessoas não saem mais em busca de informações, elas surgem de diversas formas, seja via twitter, e-mail, RSS, e até mesmo por meio de conversas informais. “Se acontece alguma coisa importante no mundo, eu vou ficar sabendo antes de aparecer nos jornais, porque as pessoas que eu acompanho no twitter se preocupam com essas coisas”. Que bom que o jornal O Globo entende que a comunicação hoje vai além da promessa da exclusividade, garantindo assim vida longa no mercado editorial tomado por incertezas.</p>
<p>Bjs, <a href="http://twitter.com/bellepaula">Belle de Paula</a></p>
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		<title>Uma notícia com olhar fotográfico</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 18:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[

O trabalho de Relações Públicas não se resume apenas em divulgar notícias factuais ou a atualidade dos clientes, mas também a divulgar fatos e acontecimentos vividos por nossos antepassados. No mês de fevereiro e de março, trabalhamos a exposição Profissão Fotógrafo, apresentada pelo Museu Lasar Segall, com veículos que possuem cadernos de cultura, turismo, arte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox[2010-2-5-15-3-8]" href="http://lh5.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6lQTMarI/AAAAAAAAAe4/sOr0mUjA8Rk/MLS_folhadespaulo_160210.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh5.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6lQTMarI/AAAAAAAAAe4/sOr0mUjA8Rk/s144-c/MLS_folhadespaulo_160210.jpg" alt="MLS_folhadespaulo_160210.jpg" width="160" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox[2010-2-5-15-7-1]" href="http://lh4.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6l7hVFEI/AAAAAAAAAe8/7DqRs8L9YMI/MLS_estadodesaopaulo_010310.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh4.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6l7hVFEI/AAAAAAAAAe8/7DqRs8L9YMI/s144-c/MLS_estadodesaopaulo_010310.jpg" alt="MLS_estadodesaopaulo_010310.jpg" width="144" height="144" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O trabalho de Relações Públicas não se resume apenas em divulgar notícias factuais ou a atualidade dos clientes, mas também a divulgar fatos e acontecimentos vividos por nossos antepassados. No mês de fevereiro e de março, trabalhamos a exposição Profissão Fotógrafo, apresentada pelo <a href="http://www.museusegall.org.br"><strong>Museu Lasar Segall</strong></a>, com veículos que possuem cadernos de cultura, turismo, arte e literatura. Esta mostra retrata as semelhantes transformações de duas cidades, Buenos Aires (pelo olhar de Horácio Coppola) e São Paulo (através das lentes de Hildegard Rosenthal), nos anos 30 e 40 em que passaram por um processo de expansão. Essa exposição nos exigiu um olhar convergente, de pesquisa histórica, de valores de época e da tensão que os tempos imprimem à vida urbana. Ou seja, colocar em prática o que tanto defendemos na Fan: sair do lugar comum. Uma exposição de fotografias requer um olhar multidisciplinar e pode ser objeto de notícias não só na área cultural.</p>
<p style="text-align: left;">É gratificante para nós noticiarmos histórias que ouvimos sempre de nossos avôs, pais, tios, referentes as alterações das metrópoles nestas décadas. Incrível ainda é saber que, ao gostamos do que fazemos, nosso trabalho fica ainda mais fácil e apaixonante, resultando na aceitação e curiosidade dos jornalistas, que transformam a notícia em grandes matérias. Exemplo disso foram as matérias, publicadas nos veículos de bastante repercussão como: O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde e <a href="http://www.veja.com.br"><strong>Revista Veja</strong></a>. E mais, todo o potencial que Profissão Fotógrafo nos dá para pensar o presente, rever a São Paulo dos tempos em que os passageiros subiam nos bondes do Mercado Municipal e uma Buenos Aires ainda com a Festa da Bandeira, que acontecia no Obelisco.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox[2010-2-5-15-4-37]" href="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6mVWyqWI/AAAAAAAAAfA/G1yGb2u-dJE/divulga_expo_HR08.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6mVWyqWI/AAAAAAAAAfA/G1yGb2u-dJE/s144-c/divulga_expo_HR08.jpg" alt="divulga_expo_HR08.jpg" width="144" height="144" /></a><a rel="lightbox[2010-2-5-15-4-55]" href="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6mwwMi-I/AAAAAAAAAfE/1956e8yqrr8/divulga_expo_HC06.jpg?imgmax=800"><img class="pie-img" style="margin:10px 10px 10px 10px;" src="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/S6O6mwwMi-I/AAAAAAAAAfE/1956e8yqrr8/s144-c/divulga_expo_HC06.jpg" alt="divulga_expo_HC06.jpg" width="144" height="144" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Bjs,</p>
<p style="text-align: left;">Raqs (@RackCruz)</p>
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		<title>PR 2.0: qual a novidade?</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/11/06/pr-2-0-qual-a-novidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[
Recentemente, um debate polêmico sobre a substituição das mídias convencionais pelos meios digitais envolveu executivos do O Estado de SP, CBN e Época. A frase mais brilhante que ouvi durante a discussão foi do jornalista e consultor de novas mídias, Caio Tulio Costa: “Há 500 anos a indústria não via uma mudança dessas. O fluxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="pie-img" src="http://lh3.ggpht.com/_5m8aLWV1HdQ/SvRQlelJxUI/AAAAAAAAAVs/Hc_k3WwsWyc/post_fan.jpg?imgmax=400" alt="post_fan.jpg" width="400" height="259" /></p>
<p>Recentemente, um debate polêmico sobre a substituição das mídias convencionais pelos meios digitais envolveu executivos do O Estado de SP, CBN e Época. A frase mais brilhante que ouvi durante a discussão foi do jornalista e consultor de novas mídias, Caio Tulio Costa: “Há 500 anos a indústria não via uma mudança dessas. O fluxo que vinha unilateralmente, hoje é multilateral. Isso é sensacional”. Outra defesa em prol dos novos tempos da comunicação veio do blog americano Social Media Today, que defendeu que as agências de relacionamento com a imprensa precisam se apropriar das ferramentas de mídia social para acompanhar as mudanças.</p>
<p><strong>Os dois casos citados acima revelam que sim, estamos vivendo a era do PR 2.0! Mas onde está a novidade?</strong></p>
<p>Enquanto muitas agências decidiram integrar suas ofertas de serviços, a Fan acredita há 6 anos que os press releases enviados para a imprensa, assim como artigos tradicionais elaborados por executivos para publicação de veículos de massa ganham muito mais força se complementados com ações em blogs, twitter etc. Desde 2003, a Fan, fundada junto com a Espalhe, trabalha com a integração de mídia, proporcionando aos clientes excelentes resultados de boca-a-boca, seja por meio de redes sociais, imprensa ou qualquer outra ferramenta que muitas agências resolveram classificar somente hoje como PR 2.0.</p>
<p>Ações recentes comprovam, porém, que é preciso experiência para trabalhar tal diferencial. É muito mais do que convidar blogueiros para eventos e garantir posts bacanas. Vai muito além da simples criação de comunidades no Orkut.</p>
<p><a href="http://www.fan.inf.br/clientes/ale/"><strong>Ale</strong></a></p>
<p>Desde 2008, a Ale investe em marketing de guerrilha em seu mix de comunicação. Com o objetivo de reforçar seus atributos de ser uma marca jovem e inovadora, ela aposta nestas ferramentas para se posicionar de forma diferente no mercado de distribuição de combustíveis. A primeira ação feita para Ale foi o maior boneco de posto de gasolina do mundo, em Natal, sede da empresa. Houve repercussão na imprensa local, inclusive televisão, e nas redes sociais, como Orkut e Twitter. Na sequência, foi criada a ação Livro para Voar, no qual a Ale  cedeu 6 mil livros em seus postos para que as pessoas pegassem – sem a obrigação de trocar. Os postos se tornaram facilitador para acesso ao livro. A imprensa e a blogosfera abraçaram a idéia. Programas como Urbano, do Multishow, e Antena Paulista, da Globo, fizeram grandes reportagens. De maio a agosto, fizemos a ação Bombar no Posto Ale com a banda Fresno que fez pop-ups shows nos postos de quatro capitais. Comunidades do Orkut, twitters, posts em centenas de blogs e repercussão na imprensa nacional foram resultados impressionantes. Mais de 2 milhões de reais em mídia espontânea.</p>
<p><a href="http://www.fan.inf.br/clientes/trident/"><strong>Cadbury – 7 Splashs</strong></a></p>
<p>Para lançar o Trident Splash, foi elaborado um planejamento multimídia envolvendo um minidocumentário 2.0, redes sociais e imprensa. A ação trabalhou o conceito tripstreaming de sete países via <a href="http://www.7splashs.com.br/">blog</a>, <a href="http://twitter.com/7splashs">twitter</a>, Flickr e Youtube. O golaço de PR começou na cobertura da seleção do sunga boy, passando pelos radicais splashs vividos pelo personagem, que percorreu seu trajeto com apenas uma sunga vermelha.</p>
<p>A grande defesa das agências de PR sempre se concentrou na relevância e credibilidade de uma terceira pessoa (no caso, o jornalista) falando sobre o produto ou serviço. Mas, agora, elas perceberam que isso é pouco &#8211; mesmo sendo um pouco tarde. Enquanto isso, a Fan colhe cada vez mais frutos por defender que o potencial está em um grupo de terceiros falando de você &#8211; se sua imagem for bem trabalhada nas redes, é claro.</p>
<p>Bjs,</p>
<p><a href="http://twitter.com/bellepaula">Belle de Paula</a>.</p>
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		<title>É notícia?</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/07/16/e-noticia/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 20:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Relacionamento com a imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Na outra semana, uma notícia me chamou atenção na imprensa &#8211; até porque nossos olhos estão ainda mais atentos para o mercado publicitário das grandes agências de propaganda porque há um mês atendemos a Fischer+Fala!. Na capa do Meio &#38; Mensagem , o publicitário Nizan Guanaes estampava uma matéria sobre a pretensão dele em abrir um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/07/06_07_09_grupoabc_meiomensagem-300x158.jpg" alt="06_07_09_grupoabc_meiomensagem-300x158" title="06_07_09_grupoabc_meiomensagem-300x158" width="300" height="158" class="aligncenter size-full wp-image-520" /> </p>
<p>Na outra semana, uma notícia me chamou atenção na imprensa &#8211; até porque nossos olhos estão ainda mais atentos para o mercado publicitário das grandes agências de propaganda porque há um mês atendemos a <strong><a href="http://www.totalcom.com.br">Fischer+Fala!</a></strong>. Na capa do<strong> </strong><a href="http://www.mmonline.com.br"><strong>Meio &amp; Mensagem</strong> </a>, o publicitário Nizan Guanaes estampava uma matéria sobre a pretensão dele em abrir um escritório em NY. No Propaganda e Marketing, a informação foi mais categórica de que abrirá em agosto. Nada contra o Nizan ou suas intenções. O que me fez pensar foi o porquê de os jornalistas fazerem uma matéria de capa sobre a intenção ou o futuro.</p>
<p>A mesma notícia já tinha saído em colunas de grandes jornais na semana anterior. Até aí ok  já que algumas colunas gostam de dar na frente uma informação mesmo que ela seja uma especulação. Mas daí esta notícia virar capa dos principais veículos do trade de marketing? É claro que há um cenário favorável para a notícia uma vez a agência DM9 foi premiada em Cannes, mas volta a indagar &#8220;fazer uma matéria de capa sobre a pretensão de alguém em fazer algo&#8221;?</p>
<p>Até onde entendo pretensão ainda não é um fato. Se não é um fato, não é uma notícia. Se não é uma notícia, por que estampar capas de jornais? Entenderia perfeitamente uma matéria sobre a premiação da DM9. Entenderia uma reportagem sobre o que o publicitário pensa sobre a propaganda e o prêmio. Mas sobre a pretensão de abrir um escritório realmente não entendo.</p>
<p>Muitas vezes os clientes nos pedem para divulgar a abertura de escritórios em praças diferentes. Mas só o fazemos depois da certeza de que a portinha está aberta e funcionando a todo vapor. Mesmo assim, ao abordar os jornalistas sobre o tema, a maioria diz: &#8220;Isto dá no máximo uma notinha&#8221;. Por que neste caso foi diferente?</p>
<p>bjs,</p>
<p>Roberta</p>
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		<title>Edição</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/04/13/edicao/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 23:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Na quarta passada, a Folha fez uma matéria no caderno Mundo sobre a invasão do cargueiro americano por piratas somalis. O título era &#8220;Tripulação frustra ataque a navio dos EUA na Somália&#8221;, no subtítulo fala de ação de guerra, pilhagem etc. Até aí ok. Mais uma matéria. O que chamou minha atenção e a de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/04/somalia13042009_2-300x217.jpg" alt="somalia13042009_2-300x217" title="somalia13042009_2-300x217" width="300" height="217" class="aligncenter size-full wp-image-535" /></p>
<p>Na quarta passada, a <strong><a href="http://www.folha.com.br">Folha</a></strong> fez uma matéria no caderno Mundo sobre a invasão do cargueiro americano por piratas somalis. O título era &#8220;Tripulação frustra ataque a navio dos EUA na Somália&#8221;, no subtítulo fala de ação de guerra, pilhagem etc. Até aí ok. Mais uma matéria. O que chamou minha atenção e a de vários leitores da Folha, com certeza, foi a &#8220;ilustração&#8221; da matéria: uma imagem do cruzeiro <strong><a href="http://www.royalcaribbean.com.br">Royal Caribbean</a></strong>. Era uma publicidade, um anúncio inconveniente colocado no meio da matéria de ataque a navios na costa africana. </p>
<p>É no mínimo uma gafe. Para o anunciante, era melhor não ter tido o anúncio publicado do que sair no contexto de uma matéria que fala sobre ações de piratas a navios.  Para o leitor, fica esquisito, confuso. Como leitora, em um primeiro momento, talvez alguns segundos, achei que se tratava da ilustração da matéria. Para o jornal, além de uma gafe, corre o risco de perder o cliente, ou ficar &#8220;devendo&#8221; a ele algo inestimável e difícil de pagar: a imagem dele foi maculada de alguma forma.</p>
<p>O que isto tem a ver com RP, já que se trata de algo de propaganda e veículo? A questão é que o RP constrói a imagem do cliente com base em seus valores. E um erro como este do comercial da Folha e da agência de propaganda do Royal Caribbean pode colocar a perder o trabalho de RP. Ou maculá-lo. </p>
<p>RobertaPaixão</p>
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		<title>Entrou água?</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/03/23/308/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 20:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com a imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na quarta-feira passada, após o temporal que afundou São Paulo e adjacências, assisti uma reportagem no Jornal das 10, do Globonews, que me fez pensar em uma questão que, até agora, não tenho uma resposta conclusiva. Na cena, pátio de uma montadora do ABC com centenas de carros afundados até o teto. Na locução, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/03/carro_enchente-300x161.jpg" alt="carro_enchente-300x161" title="carro_enchente-300x161" width="300" height="161" class="aligncenter size-full wp-image-544" /></p>
<p>Na quarta-feira passada, após o temporal que afundou São Paulo e adjacências, assisti uma reportagem no Jornal das 10, do <strong>Globonews</strong>, que me fez pensar em uma questão que, até agora, não tenho uma resposta conclusiva. Na cena, pátio de uma montadora do ABC com centenas de carros afundados até o teto. Na locução, o repórter falava que a montadora estava com os carros prontos para enviar às concessionárias e, agora, tentará recuperar o que puder.</p>
<p>Até aí, eu não consegui identificar a montadora, já que os carros estavam cobertos de água lamacenta. Podia ser <strong>Volks, Ford, GM</strong>, enfim, outra qualquer. Na sequência, o executivo da montadora fala. Muito simpático, ele diz que vai garantir o bem maior de quem compra um carro zero que é o cheirinho de novo. Para isto, a sua equipe verificará cada carro e só colocará à venda aqueles que estiverem em condições. No meio de seu speech, ele diz “Nós da Ford garantiremos isto”.</p>
<p>A pergunta: “Valia participar desta matéria? Se sim, valia dizer o nome da montadora?”.</p>
<p>Aos meus olhos de consumidora, por um lado, fiquei simpática à marca por sua honestidade e prestação de serviço. Por outro, pensei: “Se eu tiver que comprar um carro, não seria Ford. Pelo menos por agora&#8230;”.</p>
<p>Tudo o que nós, profissionais de comunicação, queremos é ter a marca de nossos clientes exposta na televisão, de preferência na Rede Globo, o que é bem difícil – eles sempre arrumam um jeito de cortar a marca – e em um contexto positivo.</p>
<p>Creio que a Ford optou em se arriscar o que é válido e corajoso. Mas o preço pode ser alto. Meu sogro gosta de contar uma história de chuva que tem tudo a ver aqui. Anos atrás, quando ele passava férias em Petrópolis, que fica na serra carioca e chove para chuchu. Naquele ano, a chuva alagou o pátio de uma concessionária (não me lembro agora a marca). Dali para frente, toda vez que um carro da tal marca encrencava, alguém dizia deve ter sido o lote que afogou na lama de Petrópolis.</p>
<p>Tomara que não aconteça isto com a Ford. Mas faz a gente pensar no velho ditado “Quem sai na chuva é para se molhar”. Será?</p>
<p>Bjs,<br />
Roberta</p>
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		<title>Crise na Moda</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 21:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Nos últimos meses, a crise tomou conta das publicações dos quatro cantos com incertezas sobre o mercado financeiro, imobiliário, automobilístico, entre outros. Colunas de negócios e economia – até editorias de cultura, esporte etc &#8211; de importantes veículos brasileiros abordaram o tema em toda a sua dimensão. É claro que a dimensão da crise econômica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/02/fesa_estadao_180109.jpg"></a><a href="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/02/postfan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-546" title="postfan-300x582" src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/02/postfan-300x582.jpg" alt="postfan-300x582" width="300" height="582" /></a></p>
<p>Nos últimos meses, a crise tomou conta das publicações dos quatro cantos com incertezas sobre o mercado financeiro, imobiliário, automobilístico, entre outros. Colunas de negócios e economia – até editorias de cultura, esporte etc &#8211; de importantes veículos brasileiros abordaram o tema em toda a sua dimensão. É claro que a dimensão da crise econômica é mundial e, por isto gigantesca, mas será que os leitores querem mesmo se informar somente sobre as consequências geradas pela queda da <strong>Bolsa de Valores</strong> e demissão de milhares de pessoas no mundo?</p>
<p>Há pelo menos quatro meses, temos esbarrado no tema crise em nossas conversas com jornalistas. Ao sugerir uma nota ou pauta para diferentes veículos, temos ouvido bastante a orientação: “É sobre crise? Se não for, não vou dar” ou “Só estamos dando nota sobre a crise”. Como nem todos os setores e empresas estão no olho do furacão, começamos a pensar em o que fazer com os clientes que não estão com a crise dentro de casa. Para não ficar longe da imprensa e subsidiar os jornalistas com informações sobre nossos clientes, começamos a captar com eles aspectos da crise que, de alguma forma ou de outra, estivesse passando em seus negócios. Na apuração, vimos que muitos tinham fatos positivos mesmo em cenário de crise, outros tinham soluções que funcionam para evitá-la etc.</p>
<p>Deu certo. Os repórteres se interessaram pelos assuntos porque são um contraponto ou enriquecem a matéria, e os clientes não deixaram de sair. Melhor, não saíram de forma negativa. Na <strong><a href="http://www.fesa.com.br">FESA</a></strong>, por exemplo, vimos que, ao contrário de todo o mercado de Executive Search que está encolhendo e demitindo (como mostra a matéria ilustrativa deste post), ela não dispensou qualquer funcionário e ainda está diversificando seus negócios. É um fato que fala de crise, mas é positivo.</p>
<p>O <a href="http://www.zura.com.br"><strong>Zura!,</strong> </a>portal de comparação de preços, também demonstrou que as pessoas não consomem menos na crise, mas estão preocupadas em pesquisar mais as ofertas.A <strong><a href="http://www.netmovies.com.br">NetMovies</a></strong>, locadora de DVD online, alertou que há sim oportunidades de entretenimento de baixo custo e de qualidade e lançou o NetMovies Light (pacote contra a crise que cobra 9,90 reais por 4 DVDs por mês). A <a href="http://www.mediafactory.com.br"><strong>Media Factory</strong> </a>observou um aumento na venda de seus produtos em decorrência da má situação mundial, sendo uma alternativa de comunicação (mais barata) para as empresas. A <a href="http://www.digerati.com.br"><strong>Digerati </strong></a>teve um bom resultado no fim do ano, vendendo 11,5 milhões de revista. Fox, Nat Geo, Fiat, Hands, Bolsa de Mulher, Brands, enfim todos os clientes têm um dado ou um lado positivo sobre a tão falada má situação mundial.</p>
<p>Desta forma, sobrevivemos à crise, mantivemos nossos clientes na mídia e auxiliamos as colunas a dar mais cor em suas publicações durante vários e difíceis meses.</p>
<p>bjs,<br />
BetaPaixão e Belle de Paula</p>
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