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	<title>Fan &#187; NetMovies</title>
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		<title>Vale a capa?</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/06/04/vale-a-capa/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 22:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[NetMovies]]></category>
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Outro dia vi na IstoÉ Dinheiro Rural que a capa era com o Ivan Zurita, presidente da Nestlé. E ele ainda tinha o produto na mão &#8211; no caso o tema da reportagem era o fato de a Nestlé entrar no segmento de leite premium. Colocar um cliente na capa de uma revista de âmbito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-524" title="rural-300x365" src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/06/rural-300x365.jpg" alt="rural-300x365" width="300" height="365" /></p>
<p>Outro dia vi na <a href="http://www.revistadinheirorural.com.br"><strong>IstoÉ Dinheiro Rural</strong> </a>que a capa era com o Ivan Zurita, presidente da Nestlé. E ele ainda tinha o produto na mão &#8211; no caso o tema da reportagem era o fato de a <strong><a href="http://www.nestle.com.br">Nestlé</a></strong> entrar no segmento de leite premium. Colocar um cliente na capa de uma revista de âmbito nacional é sonho de qualquer agência de relacionamento com a imprensa (claro que sob um tema positivo). Mas até onde ir para conseguir esta capa?</p>
<p>Na capa referida acima, o presidente da empresa aparece em meio à boiada com uma caixa de leite (iogurte, parece) nas mãos. A questão é que o executivo aparece virando a caixa de leite em seu próprio rosto, ficando totalmente lambuzado com o produto.</p>
<p>Não há dúvida que estar na capa de uma revista é super mérito, mas até que ponto deixamos os porta-vozes se exporem? Alguns podem dizer que dependerá do posicionamento da empresa. No caso das mais caretas, como um banco Bradesco, jamais permitir uma foto-atitude como a do Zurita. No caso de uma moderninha, como <strong><a href="http://www.google.com.br">Google</a></strong>, sim, vamos extrapolar. Talvez seja o caminho, mas com certeza sem perder o limite da incoveniência ou exposição ao ridículo.</p>
<p>Só para citar um exemplo próprio: no ano passado, um cliente da Fan, a <strong><a href="http://www.netmovies.com.br">NetMovies</a></strong>, teve seu CEO na capa da <strong><a href="http://www.exame.com.br">Exame PME</a></strong>. Ele estava com a língua para fora na linha da famosa careta do Einstein. Julgamos juntamente com o cliente que valia a pena porque a comparação com o gênio da ciência só tinha a render pontos positivos para marca.<br />
Até onde vale uma capa, hein?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-526" title="nm_examepme1_mai081-300x404" src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/06/nm_examepme1_mai081-300x404.jpg" alt="nm_examepme1_mai081-300x404" width="300" height="404" /></p>
<p>BetaPaixão</p>
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		<title>RP também vende</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/03/31/rp-tambem-vende/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 21:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Relacionamento com a imprensa]]></category>

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A ferramenta de relacionamento com a imprensa tem um papel importante em construção de marca. Associar marca com notícias positivas, divulgar assuntos que colaboram com os atributos das marcas, enfim, o brand awareness que os livros de marketing definem são objetivos de planos de comunicação. No entanto, acredito de verdade que a ferramenta vai mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-537" title="post" src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/03/post.jpg" alt="post" width="400" height="464" /></p>
<p style="text-align: left;">A ferramenta de relacionamento com a imprensa tem um papel importante em construção de marca. Associar marca com notícias positivas, divulgar assuntos que colaboram com os atributos das marcas, enfim, o brand awareness que os livros de marketing definem são objetivos de planos de comunicação. No entanto, acredito de verdade que a ferramenta vai mais além. Por meio dos meios de comunicação, as empresas podem vender seus serviços e produtos literalmente. Já ouvi muita gente dizer que relacionamento com a imprensa não é para vender efetivamente, isto seria papel da área de vendas/comercial das empresas. Não penso assim. RP pode sim ajudar a vender efetivamente. Ao colocar uma nota sobre um serviço ou um produto em uma revista, jornal etc, estamos vendendo. Com a internet então, a venda pode até ser imediata quando uma notícia sobre serviço ou produto sai em um site.</p>
<p>Recentemente tivemos um exemplo muito claro aqui. A <strong><a href="http://www.netmovies.com.br">NetMovies</a></strong>, locadora online de DVD, está com dois serviços no ar. Um deles é um pacote de 9,90 reais para aluguel de 4 DVDs mensais. O outro é o serviço de compra de DVDs na comunidade <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=83863581"><strong>Eu compro DVD Semi-novos</strong> </a>no Orkut. Para divulgar os dois serviços, a empresa tem utilizado praticamente relacionamento com imprensa e tem dado certo. Para divulgar, temos sugerido notas ligadas à crise ou simplesmente oportunidade para as pessoas assinarem um plano mais em conta ou vender seu acervo. Do lado da NetMovies, as notas são úteis. Além de divulgar o serviço e potencializar a venda em si, ocorre o já falado brand awareness. Vamos vender!</p>
<p>Bjs,</p>
<p>Roberta</p>
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		<title>Crise na Moda</title>
		<link>http://www.fan.inf.br/2009/02/27/crise-na-moda/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 21:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Digerati]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[NetMovies]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento com a imprensa]]></category>

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Nos últimos meses, a crise tomou conta das publicações dos quatro cantos com incertezas sobre o mercado financeiro, imobiliário, automobilístico, entre outros. Colunas de negócios e economia – até editorias de cultura, esporte etc &#8211; de importantes veículos brasileiros abordaram o tema em toda a sua dimensão. É claro que a dimensão da crise econômica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/02/fesa_estadao_180109.jpg"></a><a href="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/02/postfan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-546" title="postfan-300x582" src="http://www.fan.inf.br/wp-content/uploads/2009/02/postfan-300x582.jpg" alt="postfan-300x582" width="300" height="582" /></a></p>
<p>Nos últimos meses, a crise tomou conta das publicações dos quatro cantos com incertezas sobre o mercado financeiro, imobiliário, automobilístico, entre outros. Colunas de negócios e economia – até editorias de cultura, esporte etc &#8211; de importantes veículos brasileiros abordaram o tema em toda a sua dimensão. É claro que a dimensão da crise econômica é mundial e, por isto gigantesca, mas será que os leitores querem mesmo se informar somente sobre as consequências geradas pela queda da <strong>Bolsa de Valores</strong> e demissão de milhares de pessoas no mundo?</p>
<p>Há pelo menos quatro meses, temos esbarrado no tema crise em nossas conversas com jornalistas. Ao sugerir uma nota ou pauta para diferentes veículos, temos ouvido bastante a orientação: “É sobre crise? Se não for, não vou dar” ou “Só estamos dando nota sobre a crise”. Como nem todos os setores e empresas estão no olho do furacão, começamos a pensar em o que fazer com os clientes que não estão com a crise dentro de casa. Para não ficar longe da imprensa e subsidiar os jornalistas com informações sobre nossos clientes, começamos a captar com eles aspectos da crise que, de alguma forma ou de outra, estivesse passando em seus negócios. Na apuração, vimos que muitos tinham fatos positivos mesmo em cenário de crise, outros tinham soluções que funcionam para evitá-la etc.</p>
<p>Deu certo. Os repórteres se interessaram pelos assuntos porque são um contraponto ou enriquecem a matéria, e os clientes não deixaram de sair. Melhor, não saíram de forma negativa. Na <strong><a href="http://www.fesa.com.br">FESA</a></strong>, por exemplo, vimos que, ao contrário de todo o mercado de Executive Search que está encolhendo e demitindo (como mostra a matéria ilustrativa deste post), ela não dispensou qualquer funcionário e ainda está diversificando seus negócios. É um fato que fala de crise, mas é positivo.</p>
<p>O <a href="http://www.zura.com.br"><strong>Zura!,</strong> </a>portal de comparação de preços, também demonstrou que as pessoas não consomem menos na crise, mas estão preocupadas em pesquisar mais as ofertas.A <strong><a href="http://www.netmovies.com.br">NetMovies</a></strong>, locadora de DVD online, alertou que há sim oportunidades de entretenimento de baixo custo e de qualidade e lançou o NetMovies Light (pacote contra a crise que cobra 9,90 reais por 4 DVDs por mês). A <a href="http://www.mediafactory.com.br"><strong>Media Factory</strong> </a>observou um aumento na venda de seus produtos em decorrência da má situação mundial, sendo uma alternativa de comunicação (mais barata) para as empresas. A <a href="http://www.digerati.com.br"><strong>Digerati </strong></a>teve um bom resultado no fim do ano, vendendo 11,5 milhões de revista. Fox, Nat Geo, Fiat, Hands, Bolsa de Mulher, Brands, enfim todos os clientes têm um dado ou um lado positivo sobre a tão falada má situação mundial.</p>
<p>Desta forma, sobrevivemos à crise, mantivemos nossos clientes na mídia e auxiliamos as colunas a dar mais cor em suas publicações durante vários e difíceis meses.</p>
<p>bjs,<br />
BetaPaixão e Belle de Paula</p>
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