Onde está o ALE?
Posted on outubro 30th, 2009 in Ale, Clientes

A ALE assinou contrato de patrocínio com o Flamengo até dezembro de 2009. Para reforçar sua atitude ousada, inovadora e, de quebra, potencializar o patrocínio, a empresa encomendou a Espalhe Marketing de Guerrilha uma ação que impactasse não só os torcedores flamenguistas e os que gostam de futebol em geral, mas também aqueles que não estarão no estádio ou em frente à tevê.
Assim nasceu o “Onde está o ALE”, uma guerrilha que utiliza a tecnologia gigapixel – que permite tirar fotos com milhares de megapixels – para reproduzir no estádio o mesmo efeito da foto tirada durante a posse do presidente americano Barack Obama. Para tornar a brincadeira mais interessante, foram espalhados entre os torcedores vários frentistas e outros personagens para que eles fossem encontrados na foto. É como se fosse um “Onde está o Wally” – livro infantil que inspirou o nome da ação – feito de pessoas reais.
Visto de maneira geral, a ação poderia seguir dois caminhos como sugestão de pauta: marketing ou esportes. Mais uma vez, o desafio era pensar fora da caixa e conquistar outras editorias. Unimos todos os argumentos tecnológicos e convidamos o Caderno Digital, do jornal O Globo, para acompanhar o making of da ação ao lado do fotógrafo e também assistir ao jogo ao lado de um dos personagens, na torcida, tudo viabilizado graças ao alinhamento entre RP, Operações e Redes Sociais. O resultado foi uma matéria de uma página com fotos diagramadas de uma maneira que o leitor entendesse completamente a ação, assinada pelo botafoguense Nelson Vasconcelos, editor do caderno.
Com a primeira foto gigapanorâmica, os acessos ao site da ALE, onde a foto fica postada, chegaram a 30 mil registros em apenas 24 horas, resultado muito expressivo considerando o setor onde a empresa atua. Os números nos deram mais uma possibilidade de pauta, dessa vez as colunas de negócios eram nosso alvo. E na mesma semana saiu uma nota no jornal O Globo, coluna Negócios&Cia, da jornalista Flavia Oliveira.
O desafio ainda não acabou, pois temos pela frente mais um jogo e a possibilidade de mais matérias diferenciadas. Como em toda a ação de guerrilha, os resultados só são possíveis em razão a uma atuação integrada da equipe, que não mede esforços para viabilizar todas as idéias de todas as áreas envolvidas. Até mesmo ir de São Paulo para o Rio de Janeiro em dois carros em menos de 5 horas, em função do caos aéreo ocorrido no primeiro jogo com a ação. Até mesmo transformar a jornalista torcedora do Santos em uma nova Flamenguista, de coração. E D’ALEMengão.
Bjs, Soraya de Souza





Leave a Reply